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Direto da beira do rio Paraguai

Barcos da Ecoa e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul saem do porto em Corumbá em direção à Serra do Amolar e à Ilha Insua para avaliar produção de arroz nativo, além de levar novas caixas para abelhas até uma comunidade tradicional atendida por um projeto de produção de mel.

Publicado em 5 de maio de 2016 às 14:46 Compartilhar:

Barcos da Ecoa (Ecoa I) e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Flora Pantaneira), saem do porto em Corumbá em direção a Serra do Amolar e a Ilha Insua.

O botânico Geraldo Damasceno vai encontrar-se com indígenas e comunidades tradicionais para avaliar a produção de arroz nativo este ano e possibilidades de colheita, em um projeto desenvolvido em parceria com a Ecoa.

Saiba mais sobre a Serra do Amolar

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Outra das missões da viagem é levar novas caixas para abelhas (apis) para a comunidade tradicional do São Francisco, onde está em andamento um projeto apoiado pelo Fundo Socioambiental Casa, Embrapa Pantanal e FEAM (Federação de apicultores e meliponicultores de MS).

Mel no Pantanal – Para quando a primavera chegar

Vanessa Spacki, pesquisadora e consultora da Ecoa, também faz parte do grupo juntamente com a produtora audiovisual Ana Izabel Aguiar da 3 Tabelas Filmes do RJ, em busca de informações/locações para um filme sobre o Pantanal e sua gente.

E no comando do Ecoa I o famoso Jaburu, o piloteiro dos grandes pesquisadores e da Ecoa.

Boa Viagem!

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