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Projeto Ciência Cidadã inicia vistoria de áreas para restauração em assentamento

O objetivo é restaurar as florestas nos assentamentos Bandeirantes, em Miranda, e Andalucia, em Nioaque.

Foto: Nathalia Ziolkowski
Publicado em 14 de março de 2016 às 13:22 Compartilhar:

Pesquisadores da Ecoa participaram na última terça-feira (08) das próximas etapas do projeto Ciência Cidadã. João Lucas da Costa de Almeida e Nathalia Ziolkowski, acompanhados da professora especialista em recuperação de florestas da UFMS, Letícia Couto Garcia, iniciaram a vistoria das áreas mapeadas na etapa anterior do projeto. O objetivo é restaurar as florestas nos assentamentos Bandeirantes, em Miranda, e Andalucia, em Nioaque.

No entanto, apenas o assentamento Andalucia foi visitado durante essa etapa. A professora Letícia avaliou o local para dar um parecer sobre o melhor método de recuperação dessas áreas. A especialista percebeu que alguns locais têm poder de regeneração própria, e que há uma diversidade grande de espécies, já outros locais, na região, estão descampados (sem árvores) e irão precisar de uma interferência por meio do plantio de mudas.

A vistoria foi importante para dar continuidade às próximas etapas do projeto, que serão o cercamento das áreas e o início do processo de recuperação.

Objetivo do projeto 

O projeto Ciência Cidadã pretende reflorestar as áreas de APP (Área de Preservação Permanente) em assentamentos rurais no MS, recuperando as áreas degradadas, garantindo a segurança hídrica da região. Lá estão localizados importantes córregos de drenagem para as bacias hidrográficas do Miranda e Aquidauana.

Apoio

O projeto é apoiado pelo Fundo Ecomudança, do Banco Itaú, que tem o auxílio do Instituto Ekos Brasil no gerenciamento das ações, pelas associações locais: Ceppec (Centro de produção, pesquisa e capacitação do Cerrado) do Assentamento Andalucia e Associação de Moradores e Produtores do Assentamento Bandeirantes, além das professoras Liana Baptista de Lima e Letícia Couto Garcia da UFMS, campus de Campo Grande.

Por Alessandra Marimon/Ecoa

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