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“Quem ataca? As abelhas ou nós?”

Esta foi a pergunta feita pela acadêmica de jornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Júlia Freitas.

Publicado em 7 de fevereiro de 2017 às 18:28 Compartilhar:

“Quem ataca? As abelhas ou nós?”. Esta foi a pergunta feita pela acadêmica de jornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Júlia Freitas, que chama atenção para a significativa mortandade de nossas abelhas, causada, principalmente, pelo uso de agrotóxicos e pelas queimadas.

Júlia e outros acadêmicos de jornalismo da UFMS produziram uma matéria que relaciona o “ataque” das abelhas nas cidades à migração provocada pelo intenso desmatamento das zonas rurais. Somos responsáveis pela conservação de nossas abelhas, que desempenham importante papel social e econômico para a espécie humana, como a polinização de mais de 75% dos alimentos que consumimos e de até 90% da nossa flora, garantindo a manutenção da biodiversidade. Estima-se que o volume de produção de culturas agrícolas que dependem de polinizadores aumentou em 300% nas últimas cinco décadas. Além disso, a produção de mel é um importante meio de geração de renda para milhares de famílias.

Em sua função de ajudar a conservar nossos polinizadores, Júlia está organizando junto a Enxameia, um curso de meliponicultura, com o objetivo de difundir conhecimento sobre a criação racional de abelhas sem ferrão, para comercialização de mel, própolis, entre outros, além de conscientizar a população sobre atitudes sustentáveis para preservação de nossas espécies.

Confira a matéria completa.

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