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Cachorro-vinagre: animais são vistos em Goiás

O resgistro foi feito no Parque Nacional das Emas. A espécie rara também pode ser encontrada no Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia

Registro feito em 26 de outubro, no Parque Nacional das Emas – GO. Foto: Marcus Buononato
Publicado em 30 de outubro de 2015 às 03:33 Compartilhar:

Uma publicação no Facebook fez sucesso com milhares de visualizações. O presidente do Instituto Onça-Pintada, Leandro Silveira, compartilhou em seu perfil uma foto e um vídeo do cachorro-vinagre (Speothos venaticus), também conhecido por cachorro-do-mato-vinagre e cachorro-do-mato.

O cachorro-do-mato pode ser encontrado no Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia e é um dos menores e mais sociais canídeos da América do Sul. No entanto, é difícil de localizá-lo na natureza o que dificulta as estimativas populacionais.

Assista ao vídeo na íntegra

Os registros foram realizados por Marcos Buononato, no dia 26 de outubro, no Parque Nacional das Emas, localizado no sudoeste do estado de Goiás. Trata-se de uma das poucas unidades de conservação que preserva diversas características do Cerrado, tais como: campos limpos, campos sujos, veredas e matas ciliares.

Registro feito em 26 de outubro, no Parque Nacional das Emas - GO. Foto: Marcus Buononato

Registro feito em 26 de outubro, no Parque Nacional das Emas – GO. Foto: Marcus Buononato

De acordo com a classificação da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), o cachorro-do-mato-vinagre é considerada uma espécie quase ameaçada e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), como vulnerável.

A origem do nome se deve ao odor marcante da urina que remete ao cheiro de vinagre. Os animais apresentam pelagem marrom escura, corpo alongado, possuem pernas e orelhas curtas e pesam aproximadamente 5 quilos. Apesar de pequenos, são ferozes e com fortes mandíbulas, sendo capazes de derrubarem indivíduos maiores, graças ao padrão de caça cooperativa. Os hábitos do Speothos venaticus são diurnos e, à noite, se recolhem para dormir em cavidades nas árvores ou tocas.

 

 

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