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Rede de Mulheres Produtoras do Cerrado e Pantanal

Período de implementação: 2014 – 2016
Coordenador: André Luiz Siqueira
Financiador: Ministério da Justiça/SDE/Fundo de Direito Difuso

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Publicado em 1 de setembro de 2015 às 18:00 Compartilhar:

O objetivo do projeto Rede de Mulheres Produtoras do Cerrado e Pantanal é promover o empoderamento de mulheres extrativistas, focando na organização política, social e econômica das comunidades, formando uma conexão para melhoria da geração de renda, aumento do volume de derivados comercializados de bocaiuva e de outras espécies do Pantanal, como laranjinha de pacu, e do Cerrado, como o barú. Assim, as mulheres são fortalecidas trabalhando em cooperação, fomentando a organização local estruturando a cadeia produtiva dos frutos nativos. Além disso:

rede-de-mulheres• Fomentar a organização de uma rede de mulheres produtoras e extrativistas;

• Desenvolver a cadeia produtiva da bocaiuva;

• Desenvolver novos produtos com variedades de frutos nativos do Pantanal e do Cerrado;

• Alcançar novos mercados via ações estratégicas e de marketing digital e comunicação;

• Contribuir para difusão das políticas públicas para mulheres rurais e ações de apoio a organização produtiva de mulheres.

As ações são desenvolvidas nas seguintes localidades: em Corumbá, Miranda e Nioaque, em Mato Grosso do Sul, atuando nas seguintes localidades:

- Em Corumbá – Associação de Moradores da Comunidade de Antônio Maria Coelho e Associação de Mulheres da Comunidade de Porto da Manga;

- Em Miranda – Associação de Pescadores Artesanais de Iscas Vivas de Miranda (Apaim);

- Em Nioaque – Assentamento Bandeirantes e CEPPEC.

A proposta de trabalho é dividida em 2 componentes:

• Organização social;

• Produção e mercado.

Para o desenvolvimento organizacional são realizadas capacitações em associativismo e cooperativismo, com viés em políticas publicas e questões de valorização de gênero. Também são trabalhadas as estruturas de pessoal das cadeias produtivas dos frutos, e a motivação na melhoria da renda das envolvidas.

No que diz respeito a produção e mercado, a busca se concentra na perspectiva de vendas permanentes, além de aumentar a produção com novas técnicas e equipamentos. Estes são utilizados para o processamento de outros frutos da sociobiodiversidade do Pantanal e do Cerrado, aqui está incluso o marketing para alcançar a visibilidade e os mercados futuros.

Este projeto contribuirá para fortalecer o protagonismo das agricultoras nas atividades produtivas e atuará com formação em políticas públicas e igualdade de gênero. Para isto mantém diálogo permanente com a DPMR.

A Rede de Mulheres Produtoras do Cerrado e Pantanal é financiada pela Diretoria de Políticas para as Mulheres Rurais e Quilombolas, do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Com início em 2014, o projeto segue até 2016.

 

 

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